Às vezes me sinto,
Vivendo uma farsa,
Sendo uma farsa.
Não sei ao certo,
Ou se sei,
Já não importa!
Tenho vontade,
De derrubar essa porta...
Pois minha alma,
Não mais comporta,
E dela salta,
Essa falta que me mata,
Me esmaga feito lagarta,
Borboleta torta,
Que já nasce quase morta,
Por que asas não comporta,
E quase nada mais importa.
Nem mesmo a graça da garça,
Ou a beleza da gaivota...
Tenho vontade,
De derrubar essa porta,
Desfazer essa farsa!
Gê!
