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sábado, 20 de agosto de 2011

Sentimento danado...



Quando um sentimento nasce dentro da gente,
Ele nasce assim pequenino e frágil.
Feito um breve piscar de olhos.
É como um suspiro que escapa do peito.
Um sussurro do tempo...


Que o próprio tempo,
Permite crescer enquanto a gente segue distraído,
Ali vestindo um sorriso bobo,
Enquanto as borboletas dançam em nosso pensamento,
Dando nome a esse sentimento.


Ele chama-se Amor!
É o mais veloz e fatal dos sentimentos,
Toma conta da gente em pequenos instantes,
E num pequeno descuido...
Transforma nosso mundo.


Os pés não mais tocam o chão.
Da cabeça voa a razão.
E o pobre do coração,
Ah! Esse já virou prisioneiro.
E canta feito cancioneiro em noite de lua cheia.

Gê!

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Silêncio revelador...





Vou caminhando de mãos dadas,
Com essa paz,
Com esse silêncio revelador.
Que faz eu compreender tantas coisas.
Escuto sentimentos, observo imagens passadas.
Encontro momentos vividos,
E consigo sorrir para eles.
Consigo até sentir uma certa felicidade.
Afinal tudo o que já vivi me faz ser quem sou.
Não importam os erros e acertos,
Mas as lições.
Viver é compreender, aprender, crescer...
É ser quem a gente é,
Com todas nossas possibilidades diante das incertezas.
É construir um porto seguro,
Que  necessita ser reconstruído todo novo dia,
Com a mesma vontade,
Feito com alicerce de amor e felicidade.

Gê!

Uma boa quarta-feira para todos!
Bjôs!



quinta-feira, 14 de julho de 2011

Sou...Feito água calma que segue seu caminho.




Sou feito de sentimentos.
Assumo meus defeitos.
Reconheço-me imperfeito.
Amo orquídeas, lírios e gosto de amor-perfeito.


Sou... Feito água calma que segue seu caminho.
Mas não tente me represar,
Não tente me comandar!
Ou a força da água irá provocar...


Logo de início sou fechado.
Como numa concha me protejo.
Não me escondo,
Mas não me exponho...


Vivo meus sonhos.
Crio um mundo de faz-de-conta.
E nele me escondo quando a vida me apronta!
Gosto de estrelas de cinco pontas...


Já vivi um grande amor...
Que me causou uma profunda dor,
Dele guardo o mais doce sabor.
Lembranças de pecado e calor.


Adoro tudo com pimenta,
Também gosto de beijo com menta,
De ouvir música lenta,
De sentir leve como o vento e forte feito tormenta...


Se pudesse queria ser um rio...
Que vai de encontro ao mar brabio.
Sou doido pelo frio.
Mas quero um novo amor que me cause arrepio.


Gê!



Seguindo o conselho do Amigo Sandes,
Que teve a brilhante idéia de expor-se,
 E revelar um pouco de sí,
Aí está um cadinho do que sou...
Abração!
:)







sábado, 2 de julho de 2011

Frio...Foi tudo que você me deu...



Frio...

Acho que entendo,
Por que amo tanto o frio,
 Foi tudo que restou.

Frio...

Foi tudo que você me deu.

Frio...

Toda noite é você quem  eu abraço.
Carinhosamente antes de bater o queixo,
Sussurrando teu nome.

Frio...

Gê.


Frio
Monique Kessous

Se eu sentir frio
Eu fico acordado
Fico ao seu lado até não ter vento
Folhas jogadas
Minhas pegadas
Vão caminhando até você


Um bom frio de semana!
Abraços pra esquentar o coração!

Gê!


segunda-feira, 16 de maio de 2011

Vôo leve em pensamentos...



Sinto-me perder o chão...
Quando percebo seu olhar.
Assim de leve,
Tocar o meu.
Acho que nesse instante,
Crio asas!
Vôo leve em pensamentos,
Perco-me em sentimentos.

Gê!

domingo, 15 de maio de 2011

Real identidade...




  Parece tão comum,
Ter tantas perguntas martelando na cabeça,
Sem ao menos saber as respostas certas...
Faço minhas tentativas,
Sigo os meus passos,
Perdendo o compasso.
Assim vou me perdendo, me achando,
Modificando, retificando.
Vou levado pelo momento,
Embalado pelo sentimento,
Esquecendo o silêncio,
Que me calou,
Machucou.
Mas que também transformou,
Libertou...
Serviu de aprendizagem,
Pra alimentar minha coragem,
Quando os dias eram todos iguais,
E a esperança se vestia de cinza.
Meu coração relutava,
Numa tentativa desesperada,
Por essa sensação de felicidade,
De liberdade!
Minha Real Identidade.

Gê!








quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Abri os olhos...


Abri os Olhos

                                                   Sandy Leah e Lucas Lima

Sei mais do que eu quis
Mais do que sou
E sei do que sei
Só não sei viver
Sem querer ser
Mais do que sou

O fato é o ato da procura
E a cura não resiste só
O que era certo eu descobri
Nem sempre era o melhor

Abri os olhos
Não consigo mais fechar
Assisto em silêncio
Até o que eu não quero enxergar

Não sei afastar
A dor de saber
Que o saber não há
Só não sei dizer
Se esse meu ver
Se pode explicar

Enquanto eu penso, tanto entendo
Que é mais fácil não pensar
O que era certo, eu aprendi
A sempre questionar

Abri os olhos
Não consigo mais fechar
Assisto em silêncio
Até o que eu não quero enxergar
Abri os olhos
Não consigo mais fechar
Assisto em silêncio
Até o que eu não quero enxergar

Sei mais do que eu quis
Mais do que sou
E sei do que sei

Abri os olhos
Não consigo mais fechar
Assisto em silêncio
Até o que eu não quero enxergar

Abri os olhos
Não consigo mais fechar
Assisto em silêncio
Até o que eu não quero enxergar


A visão por vezes nos revela,
Imagens que a alma,
Não gostaria de ver,
E sentimentos...
Que eu não gostaria de sentir!

Gê!


terça-feira, 9 de novembro de 2010

Luz de sol...




Quero essa luz de sol,
Essa luz que vem de ti,
E se derrama sobre mim.

Deixo assim escapar,
Esses sentimentos,
Que nascem aqui dentro.

Estouram o peito,
E vão ao teu encontro,
Pois o amor tá pronto.

Seguem batendo asas,
São borboletas,
No encontro de almas.

Gê!

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

A vida não foi feita...







A vida não foi feita,
Pra ser guardada no bolso,
Enquanto a gente olha os dias passarem...




Nem os sentimentos,
Foram feitos,
Pra serem aprisionados no peito...
Eles precisam voar,
Sair pelo ar,
Feito passarinho...
Quando não mais precisa,
Do seu ninho,
E saí...
Livre à cantar,
E quem será,
Que lhes irá escutar?

Gê!