Mostrando postagens com marcador escrita. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador escrita. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 28 de julho de 2011

No silêncio da escrita...




Se eu fosse analfabeto,
Não saberia usar as palavras.
Nem faria desenho dos sentimentos com letras.
Não poderia fazer poesias escritas.
Mas ainda assim eu te amaria,
No silêncio da escrita...


Guardaria as palavras no pensar,
Sem mesmo saber usar.
Saberia conjugar o verbo amar,
Olhando as ondas do mar.
O coração à palpitar,
Pensando em você.


Buscaria formas pra te encantar.
Sem versos rimar,
Usando o olhar,
Tentaria declarar.
Todo meu amar,
Com a leveza do ar.

Gê!



Bjos pra vocês!
:)

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Saudade de ser dois em um...


Acordei hoje,
 Com uma saudade imensa de mim mesmo.
Com saudade do meu melhor,
Saudade de quando fomos dois.
Embora eu,
É que era nós dois.
Pois amava por dois...
Mesmo assim acordei,
 Com saudade daquele tempo,
Saudade de ser dois em um!

Gê!


Saudade é não saber.
 Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos,
 não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento,
não saber como frear as lágrimas diante de uma música,
 não saber como vencer a dor
de um silêncio que nada preenche.

Martha Medeiros


Embora tenham se passado tantos anos, ainda hoje:

Quando penso em você,
fecho os olhos de saudade.

Cecília Meireles


E ainda sei:

Mas lembrar-se com saudade
É como se despedir de novo.

Clarice Lispector


Mas como posso despedir-me de novo,
Se eu jamais quis partir,
E por isso essa despedida,
Ainda é viva,
E me dilacera,
Me mata em vida.

Gê!


Nas noites frias,
Com o bater de queixo,
 É teu nome que eu sussurro...
E ele aquece-me o coração.

Gê!